Unidades contrainsurgencia portuguesas. Angola, 1961-1974
Resumo
Entre 1961 y 1974, Portugal se vio inmerso en una cruenta guerra colonial en tres teatros distintos de África, en un intento desesperado de preservar su imperio. La nación lusa era una de las más pobres de Europa y además contaba con una población numéricamente muy inferior a la de otras potencias coloniales como Francia o el Reino Unido. A pesar de ello, el régimen dictatorial que encabezaba Antonio de Oliveira Salazar se negaba en redondo a cualquier concesión que encaminase a sus territorios ultramarinos a la independencia, empeñándose por ello en un largo conflicto de casi catorce años que costó la vida a miles de jóvenes portugueses y dejó al país arruinado. Finalmente, esto fue en vano, ya que un golpe militar derribó la dictadura en 1974 y concedió la independencia a las colonias de la nación ibérica. Para afrontar el desafío de derrotar a los movimientos insurgentes en Guinea, Angola y Mozambique, Portugal tuvo que adaptarse a un modo de enfrentamiento para el que no estaba preparada, la guerra subversiva. Esto implicó que debieron desarrollar toda una doctrina de combate, útil para este tipo de enfrentamiento, y sobre todo crear y desarrollar las fuerzas capaces de llevarlo a cabo. Vamos a analizar estas unidades contrainsurgencia en el teatro bélico de Angola.Downloads
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